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NIVU

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8 de junho de 2021

 

Você sabe o que é um Marketplace? Talvez você não conheça por esse nome, mas com certeza já esteve em algum deles. Marketplace é uma plataforma online que reúne diversas lojas e marcas, funcionando como um feirão virtual ou e-shopping. Esse modelo de negócio começou no Brasil em 2012 por meio de grandes nomes do e-commerce e ganhou força expressiva no mercado nos últimos anos. Você com certeza já ouviu falar em Mercado Livre, OLX, Bom Negócio, Submarino, Wish, Americanas, Shoptime, etc.

O sucesso do negócio se dá trazendo vantagens não só para a plataforma como também para os vendedores e consumidores. Para o consumidor é um cenário perfeito: como o Marketplace reúne diversas lojas e marcas, o usuário consegue com facilidade encontrar o melhor produto pelo melhor preço. Consequentemente, esse modelo também torna os preços mais competitivos e ainda possibilita que o pagamento de compras de diferentes lojistas possa ser feito em uma única transação.

Para os vendedores também pode ser ótimo em vários aspectos. É uma boa oportunidade, por exemplo, para pequenos lojistas que ainda não têm sua estrutura própria ou nome no mercado, para que possam expor seus produtos a uma audiência que demandaria muito tempo e habilidade para conquistarem sozinhos. As chances de venda consequentemente aumentam, visto que um grande fluxo de usuários terá acesso ao produto.

 

Criar um e-commerce ou anunciar em um Marketplace?

 

É preciso portanto ter claro que o papel do Marketplace é basicamente fazer a intermediação entre vendedor e comprador, mas que a engrenagem só funciona pois existem vários lojistas trabalhando dentro. Visto isso, lembramos que há um custo para o vendedor expor seus produtos, pois a receita dos Marketplace provém, na maioria dos casos, de uma comissão sobre as vendas da loja, podendo variar de 9,5% até 30%.

Essa porcentagem vai variar dependendo das características do vendedor, ou seja, quanto mais visibilidade e destaque ele quiser para seus produtos, maior será o valor que ele terá que pagar em comissão. Exemplos que determinam a comissão seriam tipos de anúncios diferentes, posições na busca, etc.

Agora você pode então estar se perguntando: será que então não vale mais a pena criar um e-commerce e fugir dessas comissões? Felizmente você não precisa escolher exclusivamente entre um ou outro, é possível ter um e-commerce e integrá-lo ao marketplace, possibilitando que suas vendas saiam do mesmo lugar evitando vendas duplicadas.

 

Quais são os primeiros passos para utilizar um marketplace?

 

Entendendo bem a função da plataforma, cabe ao lojista então todo o restante da operação: definir o preço do produto, colocar fotos, fazer a descrição, realizar a entrega, resolver problemas, etc. O que demonstra que o sucesso do vendedor vai bem além da plataforma e depende muito de como é feito o seu trabalho nela. E para isso existem algumas dicas a serem seguidas e que fazem toda diferença no final.

O primeiro passo é a escolha da plataforma ou das plataformas. É aconselhável estar em mais de uma caso você se sinta apto a administrá-las. No momento da escolha, fique atento às políticas de ferramenta e aos aspectos jurídicos. Essas políticas dizem respeito às regras a serem seguidas para que haja uma homogenia na plataforma e é essencial que você esteja a par delas.

Uma vez que o seu negócio estiver no ar, capriche nos elementos e detalhes que poderão diferenciar seus produtos de outros lojistas. Garanta, por exemplo, um bom atendimento, uma boa entrega dos produtos, além da capacidade de resolução de problemas e lembre-se de documentar tudo para conseguir ter o controle do negócio e estar pronto para resolver qualquer problema.

 

A importância de um bom anúncio e a definição do preço correto

 

O anúncio em si do produto é a sua vitrine, então, você precisa caprichar. Escolha uma ou mais imagens em boa qualidade, realistas, bem iluminadas, que mostrem o produto em mais de um ângulo e que chamem atenção para os detalhes mais importantes. Tão importante quanto a foto é a descrição, que além de ser explicativa deve criar desejo nos usuários.

O último ponto que precisa ser destacado é o preço. A escolha do preço é algo que, nesse sistema, faz bastante diferença e precisa estar sempre atualizado levando em conta que o Marketplace também aproxima a concorrência, facilitando a comparação. Fique atento ao mercado para uma boa estratégia de precificação.

 

Conclusão

 

Nessa forma de negócio, não existe uma fórmula perfeita, mas, com certeza seguir essas dicas e ir testando o que mais funciona para o seu caso é um bom caminho a ser seguido. Afinal, não restam dúvidas de que o Marketplace conquistou um espaço expressivo na internet. As compras online têm aumentado cada vez mais. É um mercado que movimenta bilhões de reais todos os anos, no qual você pode entrar sem grandes complicações.

Marketplace, assim como todos os negócios, pode apresentar riscos. Como exemplo disso podemos citar a associação de marcas, em que a plataforma pode ser prejudicada por lojistas ruins e vice-versa. Porém, se você chegou até aqui, deve ter visto que as vantagens se sobressaem e que esse modelo é, sem dúvida, uma ótima possibilidade para quem quer começar a vender pela internet ou para quem quer expandir suas vendas na web.

Agora é só colocar as dicas em prática e fazer seu negócio crescer.

Com esse artigo, mostramos como uma estratégia de marketplace pode impulsionar as vendas do seu negócio no meio digital. Lembre-se: uma boa comunicação e estratégia de canais são tudo!

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